New York! #3

Mais uma moedinha, mais uma voltinha! Vou tentar não fazer muitas publicações sobre a minha viagem aos States, foram 15 dias de muita aventura e passeios, mas tentarei ser o mais breve possível.

Rock Island Lake Club

No sétimo dia, fomos visitar o local do casamento e ultimar os preparativos – levar as flores, o bolo (que foi a minha tia que fez), entre outras coisas.

O casamento realizou-se no Rock Island Lake Club, que é uma quinta enorme, com um lago, um pelourinho e a casa onde se realiza o jantar conta com várias salas – sala da noiva e damas de honor, no primeiro piso; sala do noivo e padrinhos, no piso -1, um salão enorme onde se realizou a refeição principal, e ainda uma sala de bar e convívio, onde foi servido o cocktail inicial.

Neste dia, depois de ultimar os preparativos, fomos ainda comprar algumas coisas que faltavam para os Kits de SOS colocados em cada uma das casas de banho – com pensos rápidos, pastilhas, medicamentos para dor de cabeça (e ressaca!), laca, cremes, entre outras coisas.

Rock Island Lake Club

O grande dia finalmente chegou! Dia 20 de Abril, o meu primo Tiago casou (é o meu primeiro primo a casar) e eu ganhei uma nova prima, que adorei conhecer.

Os casamentos nos Estados Unidos da América não são bem como os típicos casamentos portugueses. Cá os casamentos começam de manhãzinha e duram noite fora. Lá, os casamentos tradicionalmente começam depois de almoço e têm uma hora marcada para terminar. Mas a principal diferença é a tradiçaõ do First Look, que consiste, como o próprio nome indica num “primeiro olhar”. O noivo encontra-se de costas – no caso dos meus primos, o noivo estava neste pontão- e a noiva caminha até ele e toca-lhe no ombro para que este se vire e a veja (sob o olhar atento dos fotografos através das suas lentes fotográficas). Ou seja, o noivo vê a noiva antes desta caminhar até si no altar.

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New York! #2

Dia 14 de Abril, segundo dia nos Estados Unidos da América, aproveitámos para estar em família. Fomos almoçar ao Restaurante Valença, um restaurante de comida típica portuguesa, em New Jersey, que os meus tios adoram. E não ficou àquem das expectativas, mas falarei dele mais à frente.

Kearny Avenue

No dia seguinte, segunda-feira, como o meu tio foi trabalhar e o meu primo Daniel para a escola, eu, a minha tia e a minha avó (que foi a minha companheira de viagem) aproveitámos para passear por Kearny, cidade onde os meus tios moram e onde ficámos hospedadas. É uma cidade pequena em New Jersey, muito muito gira. A avenida principal, onde os meus tios moram é larga, com bastante comércio de ambos os lados da avenida. É engraçado ver os parquímetros ao longo dos lugares de estacionamento, tal como estamos haituados a ver nos filmes: cada lugar de estacionamento conta com um parquímetro próprio.

Our Lady of Sorrows’s Church

Demos um passeio pela cidade, podendo contemplar as típicas casas de apenas dois andares, de várias cores. Ficámos a conhecer o liceu de Kearny, que é enorme e conta com um campo de futebol americano com as enormes bancadas, fazendo lembrar o filme “As 10 Coisas que Odeio em Ti”. Vimos também a Our Lady of Sorrows’s Church, rodeada de um belo jardim, uma relva super verde e bem tratada, e uma imensidão de flores. E a Kearny Library, uma biblioteca pequena mas super acolhedora.

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New York!

Its New York City Baby!!

É verdade, estou nos Estados Unidos da América. Vim visitar a minha família, ver o meu primo a casar e conhecer Nova Iorque.

Depois de 8h de avião, 1h30 de espera no departamento de Migração do Aeroporto Internacional de Newark, finalmente pude abraçar a minha família, dezoito anos depois, e conhecer o primo mais novo que já nasceu cá.

Times Square, New York

Os meus tios vivem em Kearny, em New Jersey. No primeiro dia cá, fomos logo visitar Nova Iorque. Apanhámos o comboio e fomos até à cidade que nunca dorme.

Primeira paragem: 33rd Street e caminhámos até à Times Square!

É outro mundo. Prédios altíssimos e uma imensidão de gente. Vê-se de tudo: o Naked cowboy, sempre de botas e cuecas, faça chuva, sol ou neve; variadas personagens dos filmes mais conhecidos com quem podemos tirar fotos; Street Shows e muitas coisas mais.

Hulk, Madame Tussaud de Nova Iorque

Por lá, aproveitámos para visitar o Madame Tussaud Museum (é o terceiro museu desta cadeia que visito e acho que vale bastante a pena, porque são todos muito diferentes). 

Aproveitámos para almoçar um hot dog e seguimos caminho pela Broadway até à 5th Avenue. Uma avenida enorme, cheia de comércio e arranha-céus.

 

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Uma visita ao Na Tábua

Depois de quase um ano, regresso ao blog.

Tanta coisa mudou na minha vida mas a vontade de ter um espacinho meu na Internet não foi uma delas.

Os objectivos a que me propus no ano que passou, e que não concretizei, mantém-se. E espero conseguir este ano escrever e partilhar mais e, principalmente, ganhar mais gosto pela escrita.

Pois bem, para começar este novo ano, venho partilhar a minha visita ao Na Tábua, em Alvalade. Era um restaurante que já fazia parte da lista de restaurantes a visitar há algum tempo e finalmente chegou o dia.

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SushiDay: uma agradável surpresa

Na passada sexta-feira, depois de um dia de trabalho, apetecia-me ir jantar fora. Apesar de ir trabalhar no sábado, recusava-me a perder o espírito de “sexta-feira”, que geralmente inunda a maioria da população do nosso planeta. Eu não sou excepção, durante muitos anos trabalhei aos sábados, mas é incrível ver como a disposição que tenho à sexta-feira é, efectivamente, diferente, mesmo que trabalhe no dia seguinte. Não sei se era contagiada pelos meus amigos que “estavam” definitivamente de fim-de-semana ou se era algo que pairava no ar. O que é certo é que, no meu caso, a boa disposição aumenta à sexta-feira e qualquer tipo de cansaço desaparece, ou pelo menos, atenua-se. E por isso, porque não aproveitar o que resta da sexta-feira?

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O ínicio

Com o começo de um novo ano, vêm também novas resoluções e objectivos, uns apenas para o novo ano que entra, outros de vida em geral.

Há algum tempo que queria ter um blog. Não o queria para ter visibilidade ou ganhar algo com isso, mas queria ter um espacinho meu na imensidão que é a Internet. Costumava dizer aos amigos mais próximos que gostava de ter “um diário virtual”, um diário onde pudesse escrever e partilhar variadas experiências, mas também algo que pudesse consultar, ler e editar em qualquer hora ou local. Algo passivo de melhoria, de evolução. E, ao mesmo tempo, e ao contrário de um diário típico, queria que fosse algo público,  sujeito a feedback e opiniões, de pessoas que conheço ou não, daqui ou de acolá. Algo que fosse privado o suficiente e, em simultâneo, me ligasse ao Mundo inteiro. E, por isso, em 2018 nasce um novo blog: o Indo eu…

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