Arigato: o Sushi de Sempre!

Quase todos os dias me apetece comer sushi.
Na verdade, se pudesse, comia sushi todos os dias e duvido que alguma vez me enjoasse.
Na semana passada, mais uma vez, queria comer sushi. Pelos menos de quinze em quinze dias costumamos ir a algum restaurante de comida japonesa, que eu tanto adoro.
Nesse dia, decidimos ir ao Arigato. O Arigato é talvez o restaurante de comida japonesa que mais visito. Primeiro: porque o André não gosta de sushi; segundo: o peixe é maravilho e fresco; terceiro: é perto e aproveitamos, quase sempre, para depois de jantar darmos uma volta pelo Parque das Nações, em jeito de desmoer o sushi que se comeu a mais!

O Arigato conta com duas modalidades. Ao almoço funciona em modo Buffet, onde pagamos 15,90€ por pessoa, em dias úteis, ou 16,90€ ao fim de semana. No buffet podemos servir-nos à descrição, temos várias entradas, várias peças de sushi e sobremesas à disposição. Ao jantar, o Arigato  funciona em modo Rodízio de Degustação ou à Carta.

Normalmente vamos ao jantar. O André come sempre Yokisoba de Camarão, isto é, noodles. E eu aproveito o Rodízio de Degustação, por 23,90€ por pessoa.

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Uma visita ao Na Tábua

Depois de quase um ano, regresso ao blog.

Tanta coisa mudou na minha vida mas a vontade de ter um espacinho meu na Internet não foi uma delas.

Os objectivos a que me propus no ano que passou, e que não concretizei, mantém-se. E espero conseguir este ano escrever e partilhar mais e, principalmente, ganhar mais gosto pela escrita.

Pois bem, para começar este novo ano, venho partilhar a minha visita ao Na Tábua, em Alvalade. Era um restaurante que já fazia parte da lista de restaurantes a visitar há algum tempo e finalmente chegou o dia.

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SushiDay: uma agradável surpresa

Na passada sexta-feira, depois de um dia de trabalho, apetecia-me ir jantar fora. Apesar de ir trabalhar no sábado, recusava-me a perder o espírito de “sexta-feira”, que geralmente inunda a maioria da população do nosso planeta. Eu não sou excepção, durante muitos anos trabalhei aos sábados, mas é incrível ver como a disposição que tenho à sexta-feira é, efectivamente, diferente, mesmo que trabalhe no dia seguinte. Não sei se era contagiada pelos meus amigos que “estavam” definitivamente de fim-de-semana ou se era algo que pairava no ar. O que é certo é que, no meu caso, a boa disposição aumenta à sexta-feira e qualquer tipo de cansaço desaparece, ou pelo menos, atenua-se. E por isso, porque não aproveitar o que resta da sexta-feira?

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